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Alguns apontamentos: a quem interessa a Base Nacional Comum Curricular para a educação infantil?

Anete Abramowicz (Universidade federal de São Carlos – UFSCar) – aneteabramo@gmail.com

Ana Cristina J. Cruz (Universidade Federal de São Carlos – UFSCar) – anacjcruz@gmail.com

Andrea Braga Moruzzi (Universidade Federal de São carlos – UFSCar) – deab.morruzzi@gmail.com

RESUMO: Neste artigo discutimos as propostas da Base Nacional Comum Curricular para a Educação Infantil, questionando quais os significados, forças políticas, sociais e econômicas desta proposta. Isto será feito à luz dos estudos contemporâneos da infância visando analisar a normatização curricular que, ao definir certa metodologia acerca do trato com as diferenças, as emoldura como celebração da diversidade na direção de um modelo que busca conciliar dissensos, excluindo as diferenças. Ou seja, temos por hipótese de que tal proposta se insere no âmbito das políticas neoliberais de elogio à diversidade e à lógica privatista de educação, de construir estratégias nas quais as diferenças não façam nenhuma diferença, ao mesmo tempo em que as disputas e concepções fiquem circunscritas ao currículo.

Palavras-chave: Educação Infantil. Base Nacional Comum Curricular. Diferenças.

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Desenhos: crianças das turmas das professoras Daniela e Maristela, 2019.

Fotos: arquivo pessoal da pesquisadora.